Recupera fotos e arquivos apagados acidentalmente

 

Hoje em dia o que mais vejo são pessoas que procuram desesperadamente por ajuda em listas de discussão e fóruns na Internet por alguma solução para recuperar arquivos apagados do pendrive, arquivos perdidos naquela formatação sem backup e até mesmo pessoas que apagaram acidentalmente todas as fotos da câmera digital.

Felizmente encontrei na Internet um programa totalmente gratuito que recupera com bastante competência esses arquivos apagados seja do HD do seu computador, da sua câmera digital ou até mesmo do seu pendrive. Trata-se do Recuva.

Antes de falar de como funciona o programa e como você pode recuperar seus arquivos apagados é de extrema importância que você saiba que o sucesso de uma recuperação de dados depende diretamente do uso que você fez da mídia (HD, pendrive ou cartão de memória) depois que os dados foram apagados. Isso funciona da seguinte forma: Quando apagamos os dados de algum dispositivo os dados não são necessariamente removidos da mídia, apenas são marcados como “livres para uso”, fazendo com que a próxima vez que um dado precise ser gravado ele apenas sobreponha os dados antigos ao invés de fazer o disco trabalhar removendo todos os dados para depois gravar dados novos. O mesmo acontece quando você formata um HD, pendrive, cartão de memória ou qualquer dispositivo para armazenagem de dados, a formatação como é utilizada hoje apenas marca todos os blocos da mídia como “livres para uso” ao invés de sumariamente remover todos os arquivos definitivamente do disco, o que daria muito mais trabalho, levaria mais tempo e causaria um grande desgaste à mídia em questão.

Agora que você já sabe de tudo isso, saberá também que não é preciso entrar em desespero caso o cartão da sua máquina digital ou o seu pendrive for formatado por acidente, os dados continuam lá, porém para que possamos recupera-los é de extrema importância que NENHUM DADO seja gravado novamente no seu cartão de memória, pendrive ou qualquer dispositivo de armazenagem. Isso se deve ao fato de que cada vez que gravamos um novo dado (arquivo) no dispositivo automaticamente irá eliminar definitivamente um dado antigo armazenado lá no mesmo local e às vezes o fato de você tirar uma simples foto pode fazer com que a recuperação de dezenas de fotos seja comprometida definitivamente. Outro dia eu explico isso com mais detalhes, por enquanto vamos deixar como está para que a cabeça de vocês não se confunda mais e mais.

Como utilizar o Recuva

A utilização do Recuva é bastante simples e muito intuitiva. Logicamente você deverá fazer o download do programa e instala-lo em seu computador.  Ao abri-lo você verá a tela abaixo te dando as boas vindas ao programa e apresentando o assistente de recuperação de dados

Clique em Avançar nessa primeira tela e você será apresentado à próxima tela, onde deverá escolher quais tipos de arquivo você deseja recuperar:

Essa tela é fundamental para o tipo de pesquisa que você deseja fazer, selecione o tipo de arquivo mais adequado para o seu caso ou caso queira recuperar vários tipos de arquivos diferentes, clique na opção “Outros” e o Recuva irá procurar por qualquer tipo de arquivo que possa ser recuperado. Clique em avançar para ir à próxima tela.

Agora que você já sabe quais arquivos quer recuperar, deverá informar ao Recuva onde os arquivos estavam antes de serem apagados. Se você deixar marcada a opção “Não tenho certeza” o Recuva irá fazer uma busca em todas as unidades do seu computador e isso vai demorar muito, acredite. Essa opção só deve ser utilizada no caso de recuperação de dados que estavam em seu computador mesmo, e não em unidades removíveis como pendrives e cartões de memória. Selecione a opção mais adequada à sua situação e clique em “Avançar” para irmos à próxima tela.

O assistente finalmente chega ao fim e o programa está pronto para iniciar a verificação. Clique em “Iniciar” para que o Recuva comece a varredura afim de encontrar os arquivos apagados. Essa varredura não é muito demorada e faz apenas uma checagem “básica” à procura dos arquivos porém se você não encontrar nenhum arquivo ou não encontrar o arquivo que você desejava, basta fechar o programa, abri-lo novamente e recomeçar o assistente, porém, nessa última tela marque a opção “Ativar a verificação profunda”. A verificação profunda é bastante demorada e, dependendo da opção selecionada para nos tipos de arquivos que você deseja procurar, pode te trazer muito arquivo inútil e corrompido.

Agora que você terminou a verificação por arquivos, você verá a tela com os resultados:

Na tela onde o Recuva apresenta os arquivos encontrados você verá um pequeno símbolo ao lado do nome de cada arquivo e este símbolo significa o seguinte:

  • Verde: Arquivo completamente recuperado. As suas informações estão intactas e você terá acesso ao arquivo completo!
  • Amarelo: Arquivo parcialmente recuperado e você tem grandes chances de recuperar muitas informações deste arquivo.
  • Vermelho: Pouca coisa do arquivo original foi recuperada porém você ainda tem alguma chance de obter algo deste arquivo.

Caso a sua tela esteja aparecendo com thumbs (miniaturas) ao invés de lista, basta clicar em lugar vazio dentro da tela e em “Modo de exibição” marcar a opção “Exibição em lista”.

Agora é só selecionar os arquivos que deseja recuperar (clicando no quadradinho ao lado de cada arquivo) e clicar no botão “Recuperar” para salvar os arquivos. É importante lembrar que você só poderá salvar os arquivos para outro dispositivo, ou seja, se está recuperando os arquivos de um pendrive ou cartão de memória não poderá salvar os arquivos no mesmo local, deverá salvar em uma das unidades do seu computador, por exemplo.

Espero que tenham gostado dessa dica/tutorial e que possam recuperar os seus arquivos apagados.

Fonte: Dicas Tutoriais

Segurança do seu WordPress

Segurança em WordPress é um assunto recorrente aqui no InfoDicas e, na minha opinião, é um assunto de extrema importância, principalmente nos dias atuais onde uma enxurrada de desenvolvedores (e curiosos) elegeram o WordPress como CMS principal e focam grade parte dos seus esforços em desenvolver sites e até sistemas inteiros utilizando o WordPress. Esse tipo de postura não está totalmente errado, o WordPress realmente deixou de ser um “gestor de conteúdo para blogs” para se tornar um verdadeiro e poderoso CMS com todas as qualidades que você possa imaginar.

O problema passa a existir quando pessoas menos experientes começam a fuçar no código principal do WordPress afim de fazer funcionar uma coisa qualquer que eles inventaram, ao invés de construírem um plugin para que tal coisa funcione. Até mexer nos arquivos do tema é aceitável quando não há outra forma de adicionar aquela funcionalidade que você projetou para o sistema. Acontece que para mexer no “core” do WordPress ou até mesmo em plugins e arquivos de tema é necessário ter um certo conhecimento de como o sistema funciona como um todo e isso não é algo que se aprenda em pouco tempo, é algo que exige uma curva de aprendizagem como qualquer outro CMS.

A maioria dos casos de ataque à WordPress são os famosos defacements, onde alguém mal intencionado muda completamente a apresentação do seu WordPress, muitas vezes tirando todo o seu conteúdo do ar e substituindo por algum outro conteúdo, geralmente de cunho ofensivo ou se engrandecendo pelo ato. Esses ataques surgem, na maioria dos casos, através de falhas PRIMÁRIAS na programação de algum plugin ou tema utilizado no seu WordPress. Dificilmente surge uma falha no WordPress (no código principal, também conhecido como core) que dê total à outrem. O caso mais conhecido de defacement ou mass defacement (quando o ato ocorre em massa, modificando muitas vezes centenas ou milhares de sites ao mesmo tempo) foi o caso do timthumb. Até hoje vários hosts tem pavor do timthumb justamente pelo fato de ele ter trazido um risco enorme à essas empresas que, de uma hora pra outra, viu todos os clientes de determinados servidores com o conteúdo dos sites alterados ou até mesmo completamente removidos por conta de uma falha de segurança gravíssima (e primária) deixada no script pelos desenvolvedores. Veja neste post mais informações sobre a falha do timthumb.

Esse tipo de falha pode ser evitado prestando atenção aos plugins utilizados no seu WordPress e/ou no tema que você está utilizando. Não preciso nem lembra-los que NUNCA se deve utilizar um tema pirateado no WordPress, não é? Não é difícil escolher os plugins corretos para serem utilizados no seu WordPress e, sendo assim, evitar os plugins de procedência duvidosa é o melhor a fazer. É, de certo modo, fácil reconhecer os plugins que modem fazer algum mal ao seu WordPress, basta evitar os plugins que não possuem qualquer suporte ou atualização há um tempo considerável e, principalmente, evitar plugins em fase alpha ou beta de desenvolvimento. É fácil distinguir quais plugins ainda não estão totalmente prontos para uso geral observando-se a numeração da versão do plugin, caso a versão seja 0.x (zero ponto alguma coisa) significa que o plugin ainda está em fase de testes. Utilizar um código de testes no seu ambiente de produção é pedir, no mínimo, para ter problemas, concorda? Dê uma olhada também quando foi a última atualização do plugin pois essa informação está disponível diretamente no site do plugin dentro do WordPress.org e ela está lá justamente pelo motivo de te mostrar há quando tempo o plugin não recebe qualquer atualização. Dê uma olhada também nos fóruns de suporte dentro do próprio WordPress.org, lá é o melhor lugar para trocar experiências com outras pessoas que já utilizaram o plugin e tem qualquer dúvida ou problema a respeito do funcionamento do plugin.

Examine bem o host antes de hospedar seu site WordPress

Essa é, com toda a certeza, a parte mais polêmica desse texto e, certamente, a parte que vai gerar mais rage nos comentários.

Como todos já devem saber o WordPress não funciona “sozinho” no servidor, ele depende de pelo menos 3 outros programas para fazê-lo funcionar que são: Servidor Web (geralmente o Apache), Banco de Dados (MySQL) e o PHP, uma linguagem de programação server sideque faz grande parte da “mágica” do WordPress.

De alguns anos para cá o mercado de hospedagem de sites, principalmente no Brasil, pipocou de novas empresas ou EUpresas (termo gentilmente roubado da Angélica Costa, criadora deste termo e do Portal do Host) e o grande problema dessa situação é que entrou muita gente inexperiente no mercado, pessoas que acham que gerenciar servidores de hospedagem de sites não precisa de qualquer tipo de conhecimento avançado e que, para economizar uma grana, acabam assumindo para si a tarefa de gerenciar um servidor inteiro sem ter o conhecimento necessário para essa tarefa.

Como já foi dito, o WordPress não funciona sozinho no servidor e depende DIRETAMENTE dos três softwares citados no outro parágrafo e cada um desses softwares são utilizados amplamente no mundo inteiro, o que faz com que várias pessoas tentem explorar brechas de segurança em todos eles o tempo todo. Vez ou outra são encontradas falhas nesses softwares que permitem à alguém mal intencionado executar algum tipo de ataque à sites e aplicações rodando nesse ambiente. Os desenvolvedores SEMPRE corrigem essas falhas, o problema é que eles corrigem as falhas mas não são responsáveis por corrigir os servidores de todo mundo. As falhas são corrigidas e disponibilizadas para que cada administrador de sistema atualize seus servidores e é justamente nesse ponto que os aventureiros do mercado de hospedagem falham vergonhosamente por não ter o conhecimento necessário para aplicar as correções de seguranças no sistema, deixando servidores com dezenas ou centenas de sites expostos a ataques.

Além de todos esses fatores que acabei de descrever, é importante verificar se o host que você escolheu para hospedar o seu site, blog ou sistema conhece a plataforma WordPress e estão aptos a lhe prestar um suporte mesmo que básico caso você tenha problemas com a plataforma. Há casos onde o suporte limita-se a dizer que não é responsável pela aplicação do cliente e, sim, isso é uma verdade, porém é importante notar que o suporte PRECISA estar preparado pelo menos para indicar de onde vem a falha que afeta o sistema do cliente. Isso pode ser observado através dos logs de erro do servidor e não é uma tarefa das mais complicadas, porém, exige o mínimo de conhecimento.

Conclusão

Como eu sempre digo: criar um site em WordPress é fácil, manter o conteúdo é extremamente fácil, porém manter a integridade do sistema deve ser feito sempre por profissionais que realmente entendem do que estão fazendo, caso contrário, o seu blog, site ou sistema estará fadado a viver à beira de um colapso.

Aproveitando para fazer um belo jabá, caso você não tenha escolhido ainda a hospedagem para o seu site, blog ou sistema, dê uma olhadinha nos planos de hospedagem que ofereço e, tenha a certeza de que o seu WordPress será bem tratado comigo.

Fonte: Dicas T.I

Como comprar no exterior de forma segura

Fazer compras no exterior é, certamente, uma das melhores formas de economizar hoje em dia. Mesmo que você seja taxado e, apesar de toda a demora, na maioria das vezes, para alguns produtos o valor final da compra chega a ser 50% mais barato se comparado aos preços praticados no país. O problema é que, para comprar no exterior, geralmente é necessário fazer uso de um cartão de crédito internacional e, quando se trata de passar o número do nosso cartão de crédito para um site estrangeiro as dúvidas começam a aparecer: Será que é seguro? Será que vão debitar apenas o valor da compra? Será? Será só imaginação? Será que nada vai acontecer?

Existe uma forma bastante simples de evitar todos os problemas originários de uma compra no exterior com todas essas dúvidas pairando sobre nossas cabeças. Há algum tempo venho utilizando os diversos cartões de crédito pré-pago que encontrei e, de um tempo pra cá, venho utilizando bastante o cartão de crédito pré-pago da EBANX por um motivo bastante simples: Nele, é cobrado apenas 0,38% de IOF e você já paga esse valor no ato da recarga do cartão. Nos demais cartões de crédito que utilizei, o IOF chega a ser 11%, o que, certamente, é uma grande diferença ante aos 0,38% cobrados na EBANX.

Como funciona um cartão de crédito pré-pago?

Essa é, geralmente, a primeira dúvida de muitos usuários, porém, a resposta é bem simples: Um cartão de crédito pré-pago funciona como se fosse um simples cartão de débito, ou seja, você só poderá utilizar o saldo que você depositar em sua conta virtual e não poderá parcelar suas compras. Isso pode parecer um problema, mas, acredite, dessa forma, além de você poder controlar bem os seus gastos (comprando apenas o que realmente pode pagar), torna-se um meio bastante confiável de efetuar compras nos mais diversos sites sem ter qualquer surpresa no fim do mês, na fatura do cartão de crédito do seu banco.

No caso da EBANX, além de você criar uma conta virtual, o seu cartão de crédito pré-pago também é virtual, ou seja, você não vai receber em sua casa um cartãozinho de plástico, mas apenas um cartão realmente virtual com o seu nome, número do cartão, vencimento do cartão e código de segurança. Acredite, ele vai se comportar como qualquer cartão de crédito.

À essas alturas do texto você deve estar se perguntando como isso pode representar algum nível de praticidade, certo? E eu vou explicar: Em primeiro lugar, por ser um cartão pré-pago, você não precisará passar por qualquer análise de crédito e ninguém vai ficar te fazendo um milhão de perguntas à respeito da sua renda ou qualquer coisa do tipo. É só pedir o cartão, pagar a taxa de U$ 5.00 (cinco dólares) de anuidade que já são descontados de sua primeira recarga e voila! seu cartão de crédito está funcionando e com a primeira recarga efetuada. Outra vantagem é que, por se tratar de um cartão virtual, você não ficará dias ou semanas esperando os correios entregarem o cartãozinho de plástico em sua casa. O cartão é gerado na hora e você receberá os dados do cartão como seu nome, número do cartão, data de validade e código de segurança. Esses são os dados básicos de qualquer cartão de crédito e você só precisará deles para efetuar qualquer compra.

Como adicionar saldo ao meu cartão pré-pago?

Essa parte é, sem sombra de dúvidas, a mais simples de toda. Você só precisa acessar a sua conta no site da EBANX, selecionar o meio de pagamento que pode ser boleto bancário ou transferências bancárias para os principais bancos do Brasil, preencher o valor em dólares e efetuar o pagamento conforme o meio selecionado. Pagar através de boleto bancário pode ser ainda o método preferido da maioria, porém, demora até 3 dias úteis para que o seu pagamento seja confirmado pela EBANX e, somente após a confirmação, o saldo estará disponível em sua conta EBANX. Eu, particularmente, prefiro efetuar o pagamento através de transferência utilizando os sites dos bancos e, novamente, mais praticidade: Eu escolho o valor a ser depositado em dólares, ele converte para Reais, abre o site do meu banco onde eu digito meus dados de acesso normalmente, como se estivesse fazendo uma compra via Internet, efetuo o pagamento e, em no máximo 4h o dinheiro está disponível no meu cartão de crédito pré-pago.

Você não precisa nem usar o seu saldo todo de uma só vez. Pode ir depositando lá normalmente, como se fosse uma “poupança virtual” (ATENÇÃO: NÃO VAI RENDER JUROS NEM NADA. O SEU DINHEIRO VAI APENAS FICAR PARADO LÁ COMO SE FOSSE UM COFRINHO SEGURO) e, quando precisar, efetua a compra em qualquer site utilizando os dados do cartão.

Se você utiliza iPhone ou Android, existe também um aplicativo onde você pode, a qualquer momento, verificar o saldo da sua conta e, de quebra, sempre que for efetuada uma compra utilizando o seu cartão de crédito virtual, o aplicativo emitirá um alerta para que você fique ciente do que está sendo movimentado em sua conta.

Para aumentar a segurança e me aproveitando da agilidade deles em confirmar os pagamentos através do banco via Internet, eu deixo o saldo lá sempre baixo e, quando preciso, faço uma transferência com o valor aproximado que eu preciso utilizar. Assim eu evito que algum site desconte algum outro valor do meu cartão de crédito sem a minha autorização. Mesmo que os dados do cartão vazem na Internet, quem tentar utilizá-lo, vai encontrar o saldo sempre muito baixo, não podendo efetuar nenhuma compra substancial.

Outra grande vantagem é não sofrer muito com a variação do dólar, já que o saldo que você deposita lá é sempre em dólares (convertido para Reais quando você efetuar a transferência ou gerar o boleto). Ou seja, mesmo que o dólar suba repentinamente, o valor que eu depositei continuará estável.

Existe alguma desvantagem?

Como nem tudo são flores, existem algumas pequenas desvantagens e a maior delas é não poder parcelar as suas compras. Eu, particularmente, não considero isso como uma desvantagem, já que prefiro efetuar as compras e pagar à vista, porém, os viciados em crediário sentirão falta dessa funcionalidade.

Outra desvantagem é não ter um cartão físico para utilizar em compras normais no “mundo offline” ou fazer saques em caixas eletrônicos. Eu, particularmente, não vejo o menor sentido em ter um cartão de crédito pré-pago para efetuar saques ou fazer compras no banco. Pra isso eu já tenho o meu cartão de débito do banco que vai funcionar exatamente da mesma forma.

Esse cartão cobra anuidade?

Sim, a anuidade custa U$ 5.00 (cinco dólares) e você já paga ela no ato do pedido do seu cartão de crédito pré-pago, ou seja, quando você solicita o cartão, você precisa adicionar um pequeno saldo à ele e, juntamente com este primeiro saldo, já vem o valor da anuidade adicionado. Quando você pagar o boleto, já estará pagando os U$ 5.00 da anuidade. Eu acho um valor bem baixo, levando-se em consideração a facilidade de uso e, principalmente, a certeza de que não terei surpresas desagradáveis com faturas, cartão clonado nem nada do tipo. Se clonarem o meu cartão, poderão se deleitar gastando os poucos centavos que deixo de bobeira nele após cada compra.

O cartão é aceito em qualquer lugar?

O cartão se comportará como um cartão de crédito normal, da bandeira MasterCard, logo, ele é aceito no mundo inteiro. Costumo fazer compras em sites da China, USA, França, Canadá e em alguns lugares que eu, sinceramente, nem sei bem onde ficam. O cartão nunca foi recusado. Inclusive, vinculei ele à minha conta do Paypal sem qualquer problema e é com ele que pago as minhas compras no eBay.

Concluindo

Bom, fica aqui a dica para que você possa fazer suas compras no exterior de forma segura e sem pagar a facada de 11% do IOF cobrado pelos cartões de crédito convencionais e outros cartões de crédito pré-pagos que existem por aí. Tenho certeza de que você vai economizar um bom dinheiro e poderá fazer suas compras em qualquer site do mundo, incluindo a excelente DealExtreme (ou simplesmente, DX).

Fonte, Ebanx

Segurança extra para a sua conta do Google

Estamos em uma época em que toda segurança é pouca e que os criminosos virtuais estão sempre inventando novas formas de burlar os meios atuais de segurança para obterem acesso às nossas contas bancárias, de e-mail, redes sociais ou qualquer outro acesso que possa lhe render qualquer lucro ou fama para eles. Pensando em todo esse problema a Google lançou há algum tempo um recurso bastante interessante e pouco conhecido que é a verificação em duas etapas para fazer login em nossa conta da Google.

Basicamente a verificação em duas etapas funcionará como uma camada extra de segurança na hora que você for fazer login em sua conta da Google e funciona da seguinte forma: Após habilitar a opção de verificação em duas etapas você precisará digitar normalmente o login e senha da sua conta da Google, seja para o Gmail, Orkut, Google Plus ou qualquer outro serviço fornecido pela Google e, depois de digitar o seu login e senha, será necessário informar um outro código de segurança que poderá ser obtido através de uma mensagem SMS enviada automaticamente pela Google na hora que você tentar efetuar login em sua conta ou, para quem possui smartphone ou tablet, poderá utilizar o aplicativo fornecido pela própria Google para esse fim.

Veja no vídeo abaixo como funciona essa verificação em duas etapas. Caso as legendas não apareçam automaticamente habilite-as nas configurações do player do Youtube.

Com essa nova camada de segurança adicionada à sua conta da Google, mesmo que uma pessoa tenha acesso à sua senha pessoal, será impossível que ela efetue login no seu Gmail, por exemplo, e fique fuçando nos seus e-mails pois será necessário que ela também tenha acesso ao seu celular na hora do login pois é através dele que você receberá o código especial de acesso no momento que tentar efetuar login na sua conta. Isso significa, claro, que você também precisará estar com o seu celular na hora de fazer o login, caso contrário você ficará incapacitado de acessar a sua conta da Google. Como medida de segurança, a Google fornece também um cartão de senhas pré determinadas para você imprimir e guardar em um local seguro para que caso você perca o seu celular, ainda possa efetuar login na sua conta e desabilitar a verificação em duas etapas ou mudar o número que receberá as senhas de autenticação da sua conta.

Eu testei as duas formas de funcionamento dessa camada extra de segurança, tanto através de mensagens SMS quanto através do aplicativo para Android e, sem sombra de dúvidas, ter o aplicativo no smartphone é muito mais interessante pois como todos sabemos, a entrega de mensagens SMS aqui no Brasil (não sei como é no restante do mundo) não é muito confiável. Quem aí nunca enviou uma SMS e o destinatário só foi receber horas ou até mesmo dias depois? Mesmo com toda essa falha no envio de mensagens SMS, a verificação em duas etapas da Google só falhou comigo uma única vez utilizando o método SMS para recebimento do código e, mesmo assim, tenho 90% de certeza de que a falha não foi com a Google mas sim com a operadora que, neste caso, me entregou a mensagem SMS com quase 5 horas de atraso. Mesmo que a mensagem SMS não chegue até o seu aparelho na hora do login é possível receber uma ligação telefônica feita por um sistema automatizado que lhe falará o código necessário para fazer login em sua conta, ou seja, sem acesso à sua conta da Google você não ficará.

Caso você tenha um smartphone com Android poderá fazer o download do aplicativo através do Google Play utilizando a caixa abaixo:

 

Como nem tudo são flores, é preciso também falar de algumas “desvantagens” dessa nova camada de segurança da sua conta da Google. Em primeiro lugar, você não poderá mais acessar a sua conta no seu Android ou em aplicativos de terceiros apenas digitando a sua senha normal da sua conta da Google. Cada vez que você precisar autorizar um novo aplicativo ou serviço com a sua conta da Google, será necessário gerar uma senha específica para aquele serviço/aplicativo através da página de gerenciamento de senhas específicas da sua conta  Google. Quando se está com um pouco de pressa para efetuar algumas ações você certamente ficará furioso com essa “burocracia” que essa nova camada de segurança adiciona à sua conta, porém é importante ver pelo lado positivo pois, caso você tenha um serviço/aplicativo associado à sua conta e deseja remover essa associação, poderá fazer isso facilmente através dessa página de gerenciamento pois nela aparecem todos os sites, serviços e aplicativos autorizados a ter acesso à sua conta da Google.

Um exemplo prático do uso das senhas específicas de aplicativos é o Google Chrome. O navegador possui uma forma de manter seus dados sempre sincronizados com os servidores da Google e, para isso, é necessário que você habilite essa função digitando o seu login e senha da Google nas configurações do navegador, mas com a verificação em duas etapas habilitada, você deverá também gerar uma senha específica para este aplicativo e informar ao Google Chrome essa nova senha específica. Digamos que você tenha o  Chrome instalado em seu computador desktop de casa, do trabalho e também no notebook, logo, será preciso que você gere 3 senhas específicas, uma para cada instância do navegador e, caso você venha a perder o seu notebook, por exemplo, você poderá ir até a página de gerenciamento de senhas específicas e revogar o acesso ao Google Chrome do seu notebook diretamente nessa página, dessa forma, o Google Chrome do seu pc não irá mais sincronizar as informações com os servidores da Google. Essa mesma lógica serve para o seu celular com Android, caso você possua um. Será gerada uma senha específica para o seu Android e caso você perca o aparelho poderá revogar o acesso dele à sua conta protegendo assim os seus dados mesmo que seu telefone vá parar em mãos erradas.

Como em todo sistema de segurança o lado mais falho é o próprio usuário, trate de habilitar esse recurso agora mesmo na sua conta da Google e tenha essa camada  de segurança para os seus dados pessoais. Lembre-se de guardar o seu cartão de senhas da verificação em duas etapas em um local SEGURO e quando eu falo em local seguro, quer dizer que você deve imprimi-lo e guarda-lo em um local seguro da sua casa ou escritório e não deixa-lo em um PDF ou arquivo de texto no desktop do seu pc.

Fonte: clube do hardware

Configurando o layout do teclado do seu computador

De vez em quando alguns clientes aparecem aqui com um notebook para configurar o teclado, pois o “téco” que formatou o computador simplesmente não soube configurar o teclado do computador de forma adequada, fazendo com que muitas teclas fiquem desconfiguradas, o que torna impossível a correta digitação. Já chegou um cliente aqui, inclusive, que já estava expert em utilizar o teclado virtual do Windows pois há mais de 1 ano ele não conseguia alguém para configurar o teclado do notebook dele de forma adequada.

Muitos não sabem, mas existem vários padrões de teclado no mundo. O padrão que usamos aqui no Brasil é o QWERTY ABNT2, existe alguns lugares, como a França que utilizam o padrão AZERTY. Em alguns raros casos, utilizamos aqui no Brasil os teclados QWERTY com layout dos Estados Unidos Internacional, que são aqueles teclados que não possuem a tecla Ç (cedilha).

Se você tem um teclado “diferente” ou simplesmente quer saber quais os padrões de teclado que existem no mundo, visite esse link (em inglês) para conhecer todos eles: http://en.wikipedia.org/wiki/Keyboard_layout (Leia a atualização do post logo abaixo).

Para configurar o teclado do seu computador, vá até o Painel de Controle, Opções Regionais e de Idioma e clique na aba “Idioma”. Lá você encontrará a opção “Serviços de Texto e Idioma de Entrada”, clique então no botão “Detalhes”. Na caixa que irá se abrir você verá o idioma de entrada padrão e o tipo de teclado utilizado. Se quiser modificar o teclado, basta clicar no botão “Adicionar” e escolher o teclado apropriado e em seguida, remover o teclado incorreto.

Atualização: Olá pessoal, para facilitar a vida de todos, no link abaixo existe uma série de imagens de layouts de teclado juntamente com o seu respectivo código. Basta procurar o teclado correspondente ao seu, ver o código dele que vai ser kbxxx (onde “xxx” é um número), ir até o documento do mesmo post e verificar qual o idioma correspondente do seu teclado.

Evitando as taxas de chargeback no Paypal

Como todos já devem saber, o Paypal é uma das melhores opções na hora de vender online. Isso porque ele possui um sistema bastante completo de integração onde é possível integra-lo a (praticamente) qualquer sistema de forma bastante simples. Além do mais, o Paypal oferece várias formas de proteção tanto para o vendedor quanto para o comprador, o que lhe garante um posto quase que soberano como unanimidade em segurança na hora de fazer compras online.

Pois bem, para quem trabalha com produtos puramente digitais o Paypal acaba não sendo um negócio tão bom assim para o vendedor, pois eles simplesmente não oferecem nenhuma proteção para o vendedor de produtos digitais e sempre ficará ao lado do cliente nessas transações o que, claro, não chega a ser exatamente um problema caso você esteja agindo com honestidade.

Essa tamanha proteção que o Paypal garante aos compradores acaba gerando algumas vezes um pequeno incômodo chamado “chargeback” e que vem sendo um verdadeiro vilão para aqueles que trabalham principalmente no ramo de hosting, pois estes são os maiores alvos dos cybercriminosos.

Chargeback, a grosso modo, é quando alguém efetua uma compra na sua loja (virtual ou não) e, após a compra, cancela a mesma junto à operadora de cartão de crédito. Também conhecido como estorno.

Quando este chargeback acontece de forma intencional por parte do cliente, infelizmente não podemos fazer muito, pois contra a má fé praticamente não há proteção. Porém outro caso bastante comum de chargeback, ainda mais nos dias de hoje é quando alguém tem o cartão de crédito roubado ou clonado e um terceiro, sem a autorização do titular, sai comprando produtos e serviços utilizando-se dos dados deste cartão. Neste caso o Paypal é ferrenho e estorna mesmo o valor para a conta da pessoa que foi lesada e ainda desconta algumas taxas bem salgadas da conta do vendedor que, coitado, também foi enganado nessa história.

Felizmente existem algumas formas de se proteger deste tipo de situação, principalmente para quem trabalha no ramo de hosting. Antes que você se alegre achando que o Paypal vai te proteger: Não vai.

 

O “pulo do gato” nessa história é você próprio (vendedor) fazer o reembolso da transação caso detecte uma tentativa de fraude em sua loja virtual ou empresa de hosting. Fazer isso não é muito difícil e com algumas pequenas verificações já é possível notar a tentativa de fraude.

Em primeiro lugar, fique atento aos dados da pessoa que efetuou o pedido no seu site e nos dados fornecidos ao Paypal. Uma diferença nesses dados já é grande indicativo de fraude.

Desative qualquer tipo de setup automático. Este passo é certamente o mais “doloroso” para quem trabalha com hosting e o cliente acaba sendo penalizado pois ao invés de ter o serviço liberado na hora, a pessoa terá que esperar até que a pessoa responsável faça a verificação para poder liberar o seu serviço.

Verifique o CPF junto à Receita Federal. Eles possuem um serviço online para isso e é bem simples utiliza-lo.

Verifique os endereços, CEP e números de telefone. Em situações de fraude é comum a utilização de dados aleatórios para o cadastro. Já tive casos onde o CEP era de uma UF, o endereço de outra e o telefone de outra completamente diferente.

Caso após as verificações você ainda continue em dúvida sobre liberar ou não a conta do cliente, não custa nada dar uma ligadinha para conferir alguns dados diretamente junto ao cliente. Eu mesmo já liguei para possíveis clientes várias vezes afim de confirmar os dados informados na loja e dar uma sondada para ver se a pessoa realmente é a dona do cartão de crédito utilizado no pagamento.

Você deve estar se perguntando qual o motivo de tantas verificações se no fim das contas o Paypal irá acabar dando uma “mordida” na sua conta, certo? Errado! Caso você identifique uma fraude e vá até o site do Paypal efetuar o cancelamento da transação não será descontado nenhum centavinho da sua conta! Você tem até 15 dias para efetuar o cancelamento da transação através do site do Paypal sem que lhe ocorra qualquer tipo de prejuízo. Eu mesmo entrei em contato com o Paypal e fui informado de que se você mesmo fizer os cancelamentos, sua conta não sofrerá qualquer penalidade e você continuará podendo efetuar suas vendas normalmente, mas caso você não cancele as vendas e espere que a própria equipe do Paypal as cancele (gerando também as inoportunas taxas), sua conta poderá ser penalizada e até mesmo cancelada junto ao Paypal.

Pode até parecer trabalhoso fazer toda essa verificação mas na verdade não é. Às vezes com uma simples passada de olho no cadastro do cliente você já consegue identificar se é um cliente legítimo ou um tentativa de fraude. Você mesmo fazendo essa verificação irá evitar que um fraudador faça uso de seus produtos/serviços e, no caso de hosting, evitará que o seu próprio servidor seja um disseminador de pragas virtuais, o que pode lhe render um prejuízo imenso ou até mesmo o seu contrato com o seu fornecedor.

Fonte: Paypal

Comente em qualquer site com o Google Sidewiki


Google Sidewiki é uma daquelas ferramentas que muita gente pensa “como não fiz isso antes?” pois com ela é possível adicionar comentários em qualquer site e também ver a opinião de outras pessoas sobre o site que você está visitando.

Diferente do sistema de comentários de um blog, os comentários do Google Sidewiki ficam armazenados nos servidores da Google e independem da inserção de qualquer código no site, isso significa que você poderá fazer comentários na página da Globo.com, Terra, R7 ou qualquer site que você queira.

Utilizar o Google Sidewiki é bastante simples, basta que você tenha a barra de ferramentas do Google instalada em seu navegador (Internet Explorer ou Firefox). O clicar no ícone do Google Sidewiki será aberta uma pequena barra lateral no site que você está visitando e, nessa barra lateral, você poderá ver os comentários das pessoas que já acessaram o site e também postar o seu próprio comentário. Veja na imagem abaixo como funciona o Google Sidewiki.

Todos os comentários postados via Google Sidewiki são publicados sem uma moderação manual, porém, passam antes por um filtro automático do Google para filtrar possíveis ofensas e conteúdo não permitido.

Existe também um tipo de “concurso de relevância” onde os visitantes avaliam os comentários como sendo úteis ou não e, isto definirá a ordem de apresentação dos comentários. Se o seu comentário não for relevante ou útil para o site, aparecerá com menos destaque que os mais úteis.

Felizmente não existe a possibilidade de fazer comentários anônimos, ou seja, se você quiser fazer comentários através do Google Sidewiki deverá primeiro efetuar login em sua conta do Google e, através do comentário da pessoa é possível checar o seu perfil e ver todos os comentários que a pessoa já fez utilizando o Google Sidewiki, o que pode lhe beneficiar muito caso seus comentários sejam sempre pertinentes e interessantes.

Caso você seja o dono do website (verificado através dos seus sites cadastrados no Google ferramentas para webmasters), você poderá deixar um recado fixo que aparecerá sempre em primeiro lugar nos comentários do Google Sidewiki em seu site.

Fonte: CLube do HArdware

 

Onde encontrar imagens grátis

imagens são muito importantes no seu blog, pois elas, geralmente, fazem parte da composição do layout do seu site além, é claro, de transmitirem de forma direta, uma primeira impressão sobre o conteúdo do seu post. Acredite, um blog sem imagens acaba ficando maçante e nada atrativo para novos visitantes. A grande questão é: Imagens possuem direito de uso e, sendo assim, não é aconselhável que você saia pegando qualquer imagem na Internet para publicar em seu site. Na melhor das hipóteses, você pode acabar em uma saia justa com o dono da imagem e, na pior das hipóteses, pode ser processado por uso indevido de imagem. A solução, então, é a utilização de imagens grátis.

Felizmente existem na Internet alguns repositórios que oferecem imagens livres de copyright ou royalities. Isso significa que, dependendo do conteúdo do seu post, você pode utilizar as imagens livremente ou sob determinadas condições.

Fotografias

O primeiro site que recomendo é o Free Images que, recentemente, mudou de nome. Nos primórdios das interwebs ele era o sxc.ru. Pois bem, nesse banco de imagens, em específico, existem milhares de fotos de fotógrafos profissionais e/ou amadores e, em cada imagem, você encontrará instruções de como pode-se utilizar ou não cada imagem. Algumas, inclusive, precisam de uma autorização expressa do dono da imagem antes de ser utilizada. O próprio site fornece um formulário para que você entre em contato com o proprietário da imagem solicitando a autorização do mesmo.

O segundo site que venho utilizando muito é o Pixabay. Seguindo praticamente a mesma filosofia dos outros sites, no Pixabay, em alguns casos, é necessário que você solicite autorização explícita para o uso de algumas imagens, que também se resolve através de um formulário, geralmente localizado na descrição da imagem.

O último site foi o mais recente que descobri. Ele não possui um acervo tão vasto quanto os demais, porém, as imagens que encontrei lá são de extrema qualidade. Trata-se do Unsplash e vale muito a pena conferir as imagens deste site. As que compõem a imagem de abertura deste artigo, por exemplo, foram todas retiradas de lá.

Uma dica preciosa que vale para todos os sites é, sempre que possível, pesquisar pelas imagens utilizando termos em inglês pois, apesar de existirem alguns fotógrafos brasileiros contribuindo com os repositórios, o inglês é a língua universal.

Desenhos e Vetores

Se, além de fotografias, você deseja também utilizar desenhos e vetores nos seus posts, recomendo os seguintes sites:

IconFinder – Este, talvez, seja o mais antigo de todos eles. Possui um acervo bem vasto e, em alguns casos, permite o download da imagem em formato editável ou em vários tamanhos diferentes. Apesar de o nome se referir a ícones, você encontra desenhos de todos os tipos ali e, tendo a possibilidade de editá-los, pode ser um grande aditivo ao seu projeto.

Outro site bastante interessante é o EasyIcon que, também, apesar de ter a referência sobre ícones em seu nome, grande parte das imagens (ou todas elas) estão disponíveis em formato SVG, que é um formato facilmente editável em algum programa de edição de vetores.

A próxima indicação, apesar de não ter um acerto tão grande quanto os anteriores, possui uma grande quantidade de vetores grátis, inclusive alguns que são ótimos para utilizar como backgrounds encaixáveis, aqueles que, quando adicionados repetidamente ao fundo de um site, encaixam-se perfeitamente. Trata-se do 1001 Free Downloads, na parte de vetores grátis.

Aplicativo Pode Ajudar a Segurança da Sua Família

Quem vive em grandes centros sabe da necessidade de alertar parentes e amigos sobre eventuais situações de risco que podem gerar transtornos ou até risco a integridade destes.

Utilizando o Xaboo, você pode indicar onde e o quê está acontecendo não só a quem você conhece, mas a todos os que tem o aplicativo. Você poderá alertar sobre tiroteios, alagamentos, focos de mosquitos, tumultos, confusões em transportes públicos. Enfim, sempre que presenciar xabú ocorrendo, você poderá indicá-lo no mapa e colaborar para que outras pessoas possam decidir se devem ou não evitar aquele local.

Logicamente, você também será alertado sempre que estiver próximo ou se encaminhando a um local onde esteja ocorrendo um xabú.

Ao clicar sobre algum xabú exibido no mapa, o usuário poderá ver detalhes deste, como a localização exata, quantas pessoas confirmaram ou não aquela notícia, além de comentários a respeito daquela situação.

Locais Favoritos

Cadastrando seus locais favoritos, como colégio dos filhos, casa de parentes, trabalho, etc., você será notificado quando algo ocorrer próximos a eles, mesmo que você não esteja próximo.

Anonimato

Toda interação com o aplicativo poderá ser feita de forma anônima. Mesmo cadastrado, você poderá manter o anonimato.  Esta configuração já é padrão, ou seja, para se identificar é necessário que esta configuração seja alterada. Sua informação continuará sendo importante e sua identidade será preservada.

Confiança

Todos os xabús trazem dados de quantas pessoas confirmaram ou não aquela informação.  Sempre em tempo real.

Xaboo foi desenvolvido para atender à uma necessidade real. Após as ocupações das comunidades por parte das UPP’s no Rio, comunidades de outras localidades, antes calmas, passaram a experimentar uma violência que antes não era comum, sofrendo com tiroteios e confrontos com uma frequencia assustadora, devido migração de bandidos e armamentos para estes locais.

Isso fez com os moradores de dentro e próximos à estas comunidades criassem grupos em aplicativos (Whatsapp e Facebook, na maioria) para que pudessem avisar seus amigos e parentes para não entrarem nela durante esses confrontos.

Pensando em unificar essa informação em apenas um aplicativo, ajudando e alertando a todos seus usuários, foi criado o Xaboo. Uma rede colaborativa de alerta onde um usuário cadastra um novo xabú (tiroteio, ostentação de armas, alagamentos, tumultos, etc) e todos que se aproximarem do local serão avisados, podendo deixar mensagens e confirmar a informação.

Como qualquer rede colaborativa, é necessária a adesão do maior número possível de pessoas, aumentando a quantidade e a qualidade da informação. O Xaboo é gratuito e foi desenvolvido pensando na segurança de vive ou frequenta locais de risco.

 

Fonte: Clube do hardware

 

Fórmulas para cálculos de datas no Excel

Se você precisa controlar a quantidade de dias úteis de um determinado mês, se quer calcular a quantidade de horas que você trabalhou em Janeiro, ou mesmo se você quer controlar quantas horas passa na frente da televisão, o Excel 2007 dispõe das fórmulas que calculam datas, para que você possa controlar mais facilmente o tempo, sem precisar fazer cálculos manuais — que poderiam gerar erros.

Neste artigo, mostraremos a você alguns exemplos de como utilizar as datas e suas fórmulas, de maneira que você tenha menos trabalho no gerenciamento e análise de planilhas com esse tipo de dado. A princípio, as fórmulas podem parecer complicadas, mas quando você entender o que cada uma faz, provavelmente conseguirá inventar suas próprias maneiras de trabalhar.

Todas as fórmulas de data e hora estão disponíveis para consulta na categoria correspondente do Excel. Para acessá-las, clique no botão “Fx”, que fica localizado na barra de fórmulas, conforme imagem abaixo.

Em dias

Uma das tarefas mais comuns no cálculo de datas é o que determina o número de dias, meses ou anos entre duas datas digitadas por você. O método mais simples para isso é utilizar o operador matemático de subtração, formatando como número a célula que conterá o resultado do cálculo. No exemplo abaixo, o objetivo era descobrir quantos dias se passaram desde o dia 12 de fevereiro de 1983 até o dia 12 de fevereiro de 2009.

Repare que, no exemplo acima, não foi necessário utilizar uma fórmula complexa para o cálculo de dias vividos, pois por padrão o Excel interpreta que o resultado desejado para essa fórmula é o número de dias. Para calcular o número de meses e anos, no entanto, será necessária a utilização de fórmulas específicas para esse fim.

*Não se esqueça de formatar corretamente as células onde existem datas e as células onde serão mostrados números, pois formatações incorretas farão o cálculo certo, mas mostrarão o resultado no formato errado.

Ao invés de preenchermos uma data determinada para a final, podemos utilizar uma variação, fazendo com que o Excel descubra seu tempo de vida até a data atual. Ou seja, cada vez que um dia passar, o programa executará o cálculo novamente, incrementando um dia ao resultado. O exemplo abaixo foi realizado no dia 10 de fevereiro de 2009.

Em meses

A fórmula para cálculo do número de meses é a mais complexa, mas necessária, pois o Excel não consegue simplesmente fazer a subtração como na fórmula anterior, por se tratarem de anos diferentes. A fórmula “=MÊS(B2)-MÊS(A2)” só pode ser usada para meses do mesmo ano. Assim, para sabermos quantos meses uma pessoa nascida em 10 de fevereiro de 1983 já viveu, faremos o cálculo conforme a imagem abaixo.

Em anos

O número de anos vividos por uma pessoa pode ser facilmente calculado, pois sua fórmula é uma simples subtração entre o ano final e o ano de nascimento. A fórmula é “=ANO(Célula que contém a data final)-ANO(Célular que contém a data de nascimento)”. Veja abaixo um exemplo de sua aplicação.

Dias úteis

Saber quantos dias úteis há em um período de tempo é particularmente útil para escritórios que precisam descobrir o número de dias a serem trabalhados em determinado mês e, com o resultado, calcular o número de vales-transporte que cada funcionário deverá receber naquele mês. A imagem abaixo ilustra como deverá ser feita a fórmula.

Repare que a fórmula utilizada exclui do cálculo os sábados e os domingos, o que elimina a necessidade de fazê-lo manualmente. Você só precisa retirar manualmente do cálculo os feriados, incluindo-os no último campo da fórmula — no exemplo acima, utilizamos as células B3, até B5 para indicar os feriados. Portanto, na fórmula deve ser digitado o intervalo “B3:B5” na última parte.

*A fórmula “DIATRABALHOTOTAL” também funciona para meses e anos diferentes. Por exemplo, você pode utilizá-la para verificar quantos dias você trabalhou, desde a sua admissão na empresa até a data atual.

Diferença entre horas.

 

Fonte: CLube do Hardware